Última poesia

Se você não se apaixonou pelo meu sorriso,
Ou pelo meu jeito de dar risada de tudo,
Se não morreu de amores pelas poesias que eu te fiz,
Ou pelas minhas declarações de amor (que são raras!),
Se não enlouqueceu de desejo com os meus beijos,
Ou todo o resto do meu corpo,
Se não se encantou com o meu jeito de ver o mundo,
Ou as análises que faço da vida e das coisas,
Se não se reconheceu nos meus olhos que são teus,
Ou em minhas palavras que também são tuas,
Então não há nada mais que eu possa fazer,
a não ser deixar o tempo levar cada pedaço seu embora.
Deixar o vento ser gentil e levar essas memórias.
Deixar a vida seguir seu curso, para onde for.

Publicado por Daniela Farah

Jornalista curitibana formada pela PUC-PR, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, também estudou produção cênica, língua portuguesa, literatura e fez aula de violão no Conservatório de MPB do Paraná. Atualmente, trabalha com produção de conteúdo para sites, blogs e redes sociais. Começou a escrever sobre música em 2017 como redatora da Roadie Metal. Adora conhecer bandas novas, fazer cobertura de shows e entrevistas.

4 comentários em “Última poesia

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