Nado

Meus olhos se põem nos seus
E não há mais nada a ser feito
Posto que seus olhos europeus
Atingem-me forte o peito.

Nado, nado, nado e nado
A distância nunca é suficiente
Teu cheiro chega às minhas entranhas
E então eu me rendo e te abraço.

Cansada, aninho-me em seus braços
Longos, lisos e desenhados
Que faz o mundo nessa hora?
Não sei, perco o compasso.

Publicado por Daniela Farah

Poetisa, escritora, jornalista, observadora da sociedade, pensadora da vida e curiosa. Fiz minha primeira poesia aos oito anos e desde então nunca mais parei de escrever. Ainda criança gostava de contar histórias sobre coisas da minha vida que nunca tinham acontecido.

4 comentários em “Nado

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: