Asteroide

E talvez o amor não seja
Tão fácil quanto o seu abraço
Talvez seja como aranha tece a teia
Cada fio tecido cria um laço.

Talvez você seja só o meu asteroide
Que bateu, girou e eu saí do lado errado
Talvez eu tenha girado em modo off
E não com você do meu lado.

São muitos talvez para um só poema
Palavras que saem da nostalgia
Escritas à lápis e não com pena.

Vivemos naquela “quem sabe um dia”
Cansados de girar para o lado errado
Dançaremos a nossa própria vida.

Publicado por Daniela Farah

Poetisa, escritora, jornalista, observadora da sociedade, pensadora da vida e curiosa. Fiz minha primeira poesia aos oito anos e desde então nunca mais parei de escrever. Ainda criança gostava de contar histórias sobre coisas da minha vida que nunca tinham acontecido.

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