Asteroide

E talvez o amor não seja
Tão fácil quanto o seu abraço
Talvez seja como aranha tece a teia
Cada fio tecido cria um laço.

Talvez você seja só o meu asteroide
Que bateu, girou e eu saí do lado errado
Talvez eu tenha girado em modo off
E não com você do meu lado.

São muitos talvez para um só poema
Palavras que saem da nostalgia
Escritas à lápis e não com pena.

Vivemos naquela “quem sabe um dia”
Cansados de girar para o lado errado
Dançaremos a nossa própria vida.

Publicado por Daniela Farah

Jornalista curitibana formada pela PUC-PR, com pós-graduação em Comunicação Empresarial, também estudou produção cênica, língua portuguesa, literatura e fez aula de violão no Conservatório de MPB do Paraná. Atualmente, trabalha com produção de conteúdo para sites, blogs e redes sociais. Começou a escrever sobre música em 2017 como redatora da Roadie Metal. Adora conhecer bandas novas, fazer cobertura de shows e entrevistas.

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