Jogo de Xadrez

Cada passo calculado com cuidado
Suas palavras, todas elas tão medidas
As mãos escondidas nos bolsos blindados
Abraços maliciosamente malogrados.

Cadê a iniciativa para deixar
de ser um amigo, só mais um amigo
e virar de verdade meu ser amado?

Tenho medo que ao abrir o meu coração
pequeno e sensível, tu me deixe só
e todo o amor que existe seja em vão.

Não há razão portanto para que eu lhe diga
Sobre o que eu sinto ou do que é, por certo, seu
Xeque-mate, anuncia o fim desse jogo,
e a rainha sou eu.

Publicado por Daniela Farah

Poetisa, escritora, jornalista, observadora da sociedade, pensadora da vida e curiosa. Fiz minha primeira poesia aos oito anos e desde então nunca mais parei de escrever. Ainda criança gostava de contar histórias sobre coisas da minha vida que nunca tinham acontecido.

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