Pseudo Soneto do Gato

Esticam as patinhas demoradamente
olhos semi cerrados despertam
espreguiça-se envolvente
em um pulo gigante e não tropeçam.

Correm atrás do pretendido
Entre pulos, piruetas e diversos
Apelam insistentemente ao ouvido
E depois, como quem cansa, dispersam.

Dormem, horas a fio, sonolentos ensejos
Sempre atentos, a tudo, a todos, a nada
Saem durante a noite cativos, voltam de madrugada.

Lindos felinos de olhos rápidos
e pelos macios e aveludados
encantam a alma humana com classe.

Publicado por Daniela Farah

Poetisa, escritora, jornalista, observadora da sociedade, pensadora da vida e curiosa. Fiz minha primeira poesia aos oito anos e desde então nunca mais parei de escrever. Ainda criança gostava de contar histórias sobre coisas da minha vida que nunca tinham acontecido.

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