Para o Draco

Hoje eu acordei na porta do dragão
de robe e escovão na mão
eu te perguntei onde era a saída
e eu que te olhei a primeira vez na vida
e te reconheci
cochichava e observava
com todas as letras
você disse que eu era complicada
bruxa e que me boicotava
e eu que chorava
voltei a sorrir.

Diante de todo o seu intelecto
e horas a fio em conversa
você, um ser desconexo,
me devolveu as palavras.
Contou-me sobre as aves de rapina
alertou-me sobre os coiotes
e jurada de morte,
eu adormeci.

Publicado por Daniela Farah

Poetisa, escritora, jornalista, observadora da sociedade, pensadora da vida e curiosa. Fiz minha primeira poesia aos oito anos e desde então nunca mais parei de escrever. Ainda criança gostava de contar histórias sobre coisas da minha vida que nunca tinham acontecido.

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